Ser Chefe de Secção não é apenas “mandar numa área da loja”.
É uma das posições mais estratégicas da grande distribuição em Portugal.
E também uma das mais mal compreendidas.
Aqui vai encontrar o que ninguém explica bem: salário líquido realista, carga horária verdadeira, pressão do dia a dia e — sobretudo — se esta vaga compensa como passo de carreira no mercado de trabalho português.
Fique até ao fim. Há um detalhe decisivo para quem quer subir rápido.
O Chefe de Secção é responsável por uma área inteira da loja (ex.: mercearia, frescos, talho, padaria).
Na prática, funciona como um “mini gestor”.
👉 O desempenho da secção reflete-se diretamente na avaliação do Chefe.
E isso tem impacto direto na progressão.
Aqui é onde muitos candidatos criam expectativas erradas.
O valor final depende de três fatores:
Gancho importante:
👉 Chefes promovidos internamente tendem a ganhar mais do que externos no mesmo cargo.
Oficialmente, a carga horária é de 40 horas semanais.
Na prática?
Não é um cargo de relógio na mão.
É um cargo de compromisso.
Por isso, não é ideal para quem procura apenas estabilidade horária.
Nem todos os bons colaboradores dão bons Chefes de Secção.
👉 Currículo ajuda, mas reputação interna pesa mais.
Aqui está a pergunta certa.
Gancho de curiosidade:
👉 Muitos Chefes de Loja começaram como Chefes de Secção.
E isso muda o jogo.
Em média:
O fator decisivo não é o tempo.
É a exposição a responsabilidades.
Quem aceita desafios menos populares (turnos difíceis, secções exigentes) sobe mais depressa.
Se procura apenas um emprego, talvez não.
Mas se procura carreira, progressão e estabilidade num setor sólido do mercado de trabalho, esta vaga é uma das melhores apostas.
👉 O cargo de Chefe de Secção é exigente, mas funciona como acelerador profissional.